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As 100 maiores marcas do Brasil desafiam adversidades e crescem 14%, alcançando US$ 90,2 bilhões 

12 June 2026
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Novos dados da Brand Finance revelam que mais da metade das marcas mais valiosas do país está concentrada nos setores de bancos, alimentos, varejo e petróleo e gás 

  • Itaú amplia sua posição como a marca mais valiosa do Brasil pelo 10º ano consecutivo
  • Destaques do setor bancário: Banco do Brasil, Bradesco, Nubank e Caixa figuram entre as cinco marcas mais valiosas do país 
  • Antarctica lidera como a marca que mais cresce no Brasil, com aumento de 125% 
  • Marca para observar: Nubank continua sua evolução de disruptor para líder definidor de categoria no setor bancário brasileiro 
  • Porto, Nubank e Sadia figuram como as marcas mais fortes do Brasil, cada uma com classificação AAA+ 

São Paulo, 12 de junho de 2026 – As 100 maiores marcas do Brasil cresceram 14% em relação ao ano anterior, atingindo um valor combinado de US$ 90,2 bilhões, apesar da desaceleração do crescimento do PIB para cerca de 2% em 2025, evidenciando resiliência em um cenário de economia em moderação, taxas de juros elevadas e demanda do consumidor mais fraca, de acordo com o relatório Brazil 100 2026 da Brand Finance, a principal consultoria mundial de avaliação de marcas. 

Esse desempenho é impulsionado pela dominância de setores-chave, com o setor bancário representando mais de um terço do valor total das marcas do país, enquanto alimentos, varejo e petróleo e gás, juntos, contribuem com mais de 58%, reforçando a força estrutural da economia de marcas do Brasil. 

Eduardo Chaves, Managing Director Brasil da Brand Finance, comentou: 

 “As conclusões de 2026 reforçam que a economia de marcas do Brasil permanece altamente concentrada e estruturalmente definida, com forte protagonismo dos serviços financeiros, bens de consumo e recursos naturais. Além do valor absoluto, o ranking destaca como escala, confiança e disciplina estratégica continuam sendo os principais motores da geração de valor de marca no país.” 

Pelo 10º ano consecutivo, o Itaú (valor de marca +15%, chegando a US$ 9,9 bilhões) continua a liderar o ranking Brazil 100, mantendo sua posição como a marca mais valiosa do país. Sua liderança sustentada é apoiada por um desempenho financeiro robusto, fortalecimento da confiança do mercado e estratégia disciplinada. 

Banco do Brasil, Bradesco, Nubank e Caixa continuam sendo pilares do setor bancário brasileiro, refletindo sua escala, resiliência e importância estrutural em um ambiente de crédito mais desafiador e de contínuo ajuste econômico. Em conjunto, os quatro bancos destacam o equilíbrio entre concessão de crédito orientada por políticas, disciplina de capital e transformação guiada pelo digital que molda a evolução do setor. 

Eduardo Chaves, Managing Director Brasil da Brand Finance, comentou: 

 “As conclusões de 2026 enviam uma mensagem clara: as principais marcas do Brasil não estão apenas navegando em um ambiente econômico mais lento; elas foram construídas para resistir a ele. Com as 100 maiores marcas do país alcançando US$ 90,2 bilhões em valor, os dados refletem uma economia definida por força estrutural, concentração setorial e resiliência de longo prazo. Os melhores desempenhos são daqueles que combinam escala, disciplina financeira e transformação digital com a capacidade de se adaptar às mudanças nas condições de consumo e crédito.” 

A Antarctica (valor de marca +125%, atingindo US$ 454 milhões) surge como a marca que mais cresce no Brasil neste ano, marcando um forte ressurgimento de uma das marcas mais tradicionais do país. Fundada em 1885, a marca transformou sua herança histórica em nova relevância de mercado, demonstrando como marcas tradicionais podem evoluir para atender às demandas contemporâneas. 

O Nubank (valor de marca +5%, atingindo US$ 4,2 bilhões) foi identificado como uma marca para observar. A empresa continua sua evolução de disruptora para líder definidora de categoria no setor bancário brasileiro. Atualmente, é o neobank mais forte do mundo e a quarta marca bancária mais forte globalmente no ranking Brand Finance Banking 500 2026, evidenciando a escala e maturidade alcançadas em um período relativamente curto. 

A marca mais forte do Brasil, Porto (valor de marca +14%, chegando a US$ 757 milhões), alcançou um Índice de Força de Marca (BSI) de 96,9/100 e classificação AAA+, a maior distinção atribuída pela Brand Finance. A força da marca é impulsionada por alta familiaridade e confiança dos consumidores, apoiada por um ecossistema em expansão de seguros, serviços bancários, saúde e soluções de serviços que atingem milhões de clientes em todo o Brasil. 

Como a segunda marca mais forte do país, o Nubank alcançou um BSI de 95,2/100 e classificação AAA+. Sua força é impulsionada por forte engajamento emocional e níveis excepcionalmente elevados de confiança, preferência e afinidade com a marca entre os consumidores brasileiros. 

Na terceira posição, a Sadia (valor de marca +35%, atingindo US$ 2,9 bilhões) alcançou um BSI de 93,5/100 e classificação AAA+. A força da marca é impulsionada por sua reputação como a marca de alimentos de maior confiança no Brasil, sustentada por percepção consistente de qualidade, conexão emocional e presença consolidada no mercado. 

Eduardo Chaves, Managing Director Brasil da Brand Finance, comentou: 

“Em um ambiente econômico e institucional mais incerto, as marcas passam a atuar cada vez mais como âncoras de confiança, reputação e estabilidade. Aquelas que conseguem combinar desempenho financeiro com forte engajamento emocional e consistência na entrega estão mais bem posicionadas não apenas para capturar valor, mas também para construir resiliência de longo prazo.” 

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In addition to calculating brand value, Brand Finance also determines the relative strength of brands through a balanced scorecard of metrics, compliant with ISO 20671.

Brand Finance is a regulated accountancy firm and a committed leader in the standardisation of the brand valuation industry. Brand Finance was the first to be certified by independent auditors as compliant with both ISO 10668 and ISO 20671 and has received the official endorsement of the Marketing Accountability Standards Board (MASB) in the United States.

Definition of Brand

Brand is defined as a marketing-related intangible asset including, but not limited to, names, terms, signs, symbols, logos, and designs, intended to identify goods, services, or entities, creating distinctive images and associations in the minds of stakeholders, thereby generating economic benefits.

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Brand strength is the efficacy of a brand’s performance on intangible measures relative to its competitors. Brand Finance evaluates brand strength in a process compliant with ISO 20671, looking at Marketing Investment, Stakeholder Equity, and the impact of those on Business Performance. The data used is derived from Brand Finance’s proprietary market research programme and from publicly available sources.

Each brand is assigned a Brand Strength Index (BSI) score out of 100, which feeds into the brand value calculation. Based on the score, each brand is assigned a corresponding Brand Rating up to AAA+ in a format similar to a credit rating.

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Brand Finance calculates the values of brands in its rankings using the Royalty Relief approach – a brand valuation method compliant with the industry standards set in ISO 10668. It involves estimating the likely future revenues that are attributable to a brand by calculating a royalty rate that would be charged for its use, to arrive at a ‘brand value’ understood as a net economic benefit that a brand owner would achieve by licensing the brand in the open market.

The steps in this process are as follows:

1 Calculate brand strength using a balanced scorecard of metrics assessing Marketing Investment, Stakeholder Equity, and Business Performance. Brand strength is expressed as a Brand Strength Index (BSI) score on a scale of 0 to 100.

2 Determine royalty range for each industry, reflecting the importance of brand to purchasing decisions. In luxury, the maximum percentage is high, while in extractive industry, where goods are often commoditised, it is lower. This is done by reviewing comparable licensing agreements sourced from Brand Finance’s extensive database.

3 Calculate royalty rate. The BSI score is applied to the royalty range to arrive at a royalty rate. For example, if the royalty range in a sector is 0-5% and a brand has a BSI score of 80 out of 100, then an appropriate royalty rate for the use of this brand in the given sector will be 4%.

4 Determine brand-specific revenues by estimating a proportion of parent company revenues attributable to a brand.

5 Determine forecast revenues using a function of historic revenues, equity analyst forecasts, and economic growth rates.

6 Apply the royalty rate to the forecast revenues to derive brand revenues.

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